Texto: Eduardo Micheletto | A cada dia que passa, as redes sociais, em especial o Facebook, se tornaram um “palco” de ofensas, onde as pessoas se atacam gratuitamente. É muito comum ver as pessoas se desfazendo de laços de amizade, contatos profissionais ou até familiares por causa de opiniões políticas divergentes.

Mas para que servem as redes sociais? Ela é uma ferramenta que conecta pessoas, e as mesmas mantém suas páginas pessoais, expõem a sua vida e opiniões, certo? Porém há muitas, que usam estes mecanismos para moldarem a forma de pensar de sua rede de contatos, manipulando as pessoas e até a opinião pública.

Aí é que começa o problema, pois determinados assuntos podem tomar grandes proporções, surgindo manifestações e comentários que não agregam em nada no nosso cotidiano. E é nesse ponto, que devemos ser cuidadosos, para que não aceitamos como verdades absolutas as ideias que impomos ou que são impostas sobre determinados grupos. Muitas destas condutas são tomadas pela “emoção”, fazendo com que as pessoas percam seu senso crítico e em muitas das vezes, a sua própria dignidade, realizando comentários racistas, homofóbicos e outros tipos de violações aos direitos humanos, civis e éticos, entre outros.

Ao falar e escrever sobre política, por exemplo, as pessoas tendem a ser dogmáticas, o que é extremamente grave, pois sempre há alguém que tenta impor a sua opinião. E quando encontram alguém que é contra o que foi escrito, começam uma verdadeira “guerra” procurando “vencer” a disputa de qualquer jeito, seja através de ofensas gratuitas ou até, através de ameaças reais.

Mas, afinal, qual é a finalidade das redes sociais? E o que seria de nós, se todos pensássemos iguais?

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