Candidato a Deputado Estadual fala sobre dar continuidade aos programas do pai; falta de medicamentos e atraso no atendimento médico também foram pautas discutidas
Editor executivo do Grupo Acontece de Jornais e Revistas, Divaldo Rosa, e o candidato a Deputado Estadual Antonio Carlos Curiati

O Grupo Acontece de Jornais e Revistas abriu as portas da redação na noite desta terça-feira, 31, para um debate entre munícipes e o candidato a Deputado Estadual Antônio Carlos Curiati, na Vila Curuçá, localizado na zona leste da capital paulista. Dois dias após oficialização da candidatura, o empresário comentou sobre o atual momento da vida profissional, sobre episódios que marcaram sua vida e as razões que o levaram a ingressar na política.

Filho de Antônio Salim Curiati, detentor de 8 mandatos como deputado estadual e que chegou a ser prefeito de São Paulo, Carlos Curiati falou sobre o apoio de seu pai para, temporariamente, deixar o mundo dos negócios e contribuir numa vida ativa na política. Sucesso nas experiências administrativas, que adquiriu ao longa da vida, Curiati filho respondeu a algumas das dúvidas da população ao longo da sabatina. Veja abaixo com exclusividade, algumas as perguntas e respostas feitas ao empresário durante o evento em nosso jornal.

Thamires Oliveira (Moradora do Jardim Robru): Você faria algo para mudar a atual situação do poder municipal?

Curiati: Viemos do governo de Dória que, recentemente, deixou o cargo. Ele é um bom gestor, mas eu teria ficado durante os quatros anos na frente do cargo. Falta muita coisa para melhorar como, por exemplo, um transporte público precário e falta de creches. Lembro que meu pai, durante o período em que foi prefeito, fazia parcerias com associações para trabalhar em prol de mais vagas para mais crianças. Não compete ao que estou me propondo na política, mas, se fosse prefeito, atuaria numa linha de ação como o meu pai.

Luís Ferreira (Presidente da Associação de Vila Curuçá): Você tem algum projeto para os idosos?

Curiati: Existem diversos projetos para os idosos, mas é necessário aprimorar ainda mais. Existem sinalizações e entre outras coisas que estão indo muito bem. Porém é necessário a fiscalização e mais respeito com os idosos. Precisamos trabalhar mais na dignidade, pois, todo idoso quer ter uma condição de vida decente. Além de voltar as atenções para políticas públicas, que melhorem a qualidade de vida das pessoas mais idôneas como, por exemplo, logradouros públicos adaptados para este público.

Sheila Aiello (Represente da Campanha Gaúcha): Qual projeto você tem para deixar que o nosso bairro deixe de ser considerado apenas um distrito dormitório?

Acho um absurdo que São Miguel não tenha um shopping e que não haja um investimento maior no comércio. Levamos horas para chegar até aqui e sentimos este lado ruim de atravessar da cidade. Falta incentivo fiscais. Nos Estados Unidos, por exemplo, existe um planejamento nos chamados condados, a uma preocupação e um planejamento maior para a instalação de empresas. Quero trazer minha experiência profissional para tentar melhorar o que tem para ser feito, mesmo não tendo o conhecimento de muitos políticos. Porém, não tenho rabo preso com ninguém. Vou na tribuna da Assembleia e falo mesmo!

Claudio Guilherme dos Santos (Morador de Itaim Paulista): A região leste é a que tem o maior número de escolas concentradas. Quero saber porque não vem muitas ações para profissionalização, como dentista, engenharia e entre outras funções nestas escolas. Quero saber se você tem um projeto para que isso aconteça?

Curiati: O político funciona com a comunidade. Se eu tiver a comunidade para manifestar o interesse, tomarei conta para que o projeto aconteça. Você precisa pleitear o que você almeja. Junte a comunidade e verifique o que precisa e vamos ver essas e outras questões. Eu e outros políticos não sabemos tudo o que acontecendo e, logo, precisamos da ajuda de vocês.

Euvanio Ferreira (Morador da Vila Curuçá): Gostaria de saber se você tem alguma ideia de ter um canal para facilitar que as informações da zona leste cheguem ao seu conhecimento?

Curiati: Precisamos sempre de vias para que os problemas cheguem até nós, para que possamos trabalhar em soluções. Farei como o meu pai e atenderei a todos com as portas abertas. Acredito que os líderes das associações podem servir de pontes para que as informações cheguem para nós.

Marcelo Sena (Morador da Vila Curuça): Quero saber se você é um político que terá focos em diversas frentes, ou numa área específica como a educação e segurança pública?

Curiati: Acredito que o político precisa ser ligado a comunidade e ir atrás. Não importa qual a esfera. Existem políticos que conhecem muito sobre a segurança público, como a chamada bancada da bala. Assim como há aqueles voltados para educação. Para mim, não importa o que for! Quero investir os meus conhecimentos em qualquer cenário.

Roberto Nobrega (Professor): O que poderia ser feito para melhorar a segurança nos parques?

Curiati: Os parques municipais serão em sua grande maioria privatizados. O município, infelizmente, não tem como tomar conta de tudo. Encaro a privatização como uma resposta rápida e uma via muito boa para a solução, já que o poder municipal deve focar na saúde e, em especial, na educação.

Cristian (Conselheiro Titular da Área de Meio Ambiente da Prefeitura Regional São Miguel): Como podemos atingir a população em geral sobre os projetos ambientais e de emprego?

Curiati: O Brasil é um país muito injusto. O governo gosta de complicar tudo, inclusive os projetos. Temos que buscar parcerias e reforçar esses projetos para desenvolver isso. Mudaremos essa política, pois, tem governantes que não se atentam quanto a isso. Firmaremos parcerias com empresas que incentivam empregos. Incentivar mais abertura do mercado para a ingressão destes jovens, como em ações de trainee e investir nas ações ambientais.

Marcelo Silva (Morador de São Miguel Paulista): Quero saber a sua visão sobre as creches, investimentos na educação para a cidade e o estado de São Paulo?

Curiati: Acho que as creches estão bem direcionadas, mas falta um número maior delas. Falta número de vagas públicas, enquanto isso está sobrando nas redes particulares. O Governo precisa de convênios nisso também, afim de incentivar a inserção de mais crianças. Serei o deputado não só da creche, mas que quer representar vocês em diversas bandeiras.

Curiati e membros da Associação Aqualiprof

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