O Ministério Portas Abertas divulgou informações sobre um grande encontro que se realizará no Egito e que deve reunir aproximadamente 12 mil cristãos no deserto. O objetivo do encontro seria de promover intercessões e ensino da Bíblia para contribuir com o crescimento espiritual dos cristãos no país.

O Egito ocupa a 22ª colocação entre os países que mais promovem perseguição religiosa contra os cristãos, segundo o relatório anual do Ministério Portas Abertas. A hostilidade ao cristianismo tem levado missionários que viajam pelo país promovendo o evangelho a sofrer restrições.

Um bom exemplo é a criação de leis que cerceiam a liberdade religiosa no país, indo contra os pactos internacionais.  Além disso, o grupo terrorista Estado Islâmico tem atuado no país, que tem maioria islâmica. A polícia local também atua com violência contra os cristãos coptas, que são minoria no Egito.

Aproximadamente 90% da população do Egito pertence à seita sunita do Islã. Os cristãos coptas são a minoria, com apenas 9% da população. Sem proteção do governo, líderes cristãos são executados e sofrem perseguição por parte de radicais islâmicos. Na região do Sinai, por exemplo, um líder cristão foi morto por evangelizar, o crime foi assumido pelo Estado Islâmico.

Porém, segundo relatório do Portas Abertas, os cristãos no Egito não se intimidam e o encontro que será promovido no país promete reunir milhares de fiéis. “Nós não seremos detidos, porque temos a luz de Jesus brilhando sobre nossas vidas. E nós brilhamos em público, o que nos traz uma tremenda oportunidade de viver o verdadeiro evangelho”, declarou um dos jovens.

PERSEGUIÇÃO NO EGITO

A perseguição no Egito tem se agravado com a crescente influência de grupos radicais islâmicos na política do país. A hostilidade aos cristãos na região tem preocupado líderes religiosos, principalmente após a morte de Raphael Moussa, líder cristão executado por radicais por pregar o evangelho.

Alguns líderes egípcios tentam controlar os discursos radicais nas mesquitas para evitar que novos ataques contra cristãos sejam promovidos. Segundo o Portas Abertas, cristãos tem reclamado que os policiais egípcios não colaboram na defesa dos direitos, colaborando com a impunidade de quem pratica os crimes.

Fonte: http://noticias.revivaltimes.com.br/

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