A recuperação da camada de ozônio é algo real, que vem acontecendo graças à diminuição dos níveis de cloro presentes na atmosfera. O ozônio é tão vital quando o oxigênio: sem ele, sofreríamos com as intensas emissões de raios UV, que provocam queimaduras solares e podem levar ao surgimento de lesões na pele e até câncer. Apesar de a nossa dívida com a Mãe Natureza ainda ser bem grande, a notícia é uma daquelas que merecem comemoração.

Neste post, o Incrível.club revela qual o atual estágio da recuperação da camada de ozônio e para quando devemos esperar que o buraco deixe de existir definitivamente.

O buraco, na verdade, é uma parte do ozônio exaurido da estratosfera sobre a Antártida, começando na primavera do hemisfério sul, entre agosto e outubro. O conteúdo dentro da camada é medido em unidades Dobson (DU), por um instrumento que calcula a concentração de ozônio na estratosfera.

Durante o século XX, foram realizados vários estudos sobre como os produtos químicos produzidos pela humanidade, como os clorofluorocarbonetos presentes em aerossóis (CFC), criam o buraco na camada de ozônio sobre a Antártida a cada primavera. Em 1912, pesquisadores detectaram pela primeira vez a presença de nuvens incomuns. Mas só em 1957 começaram as medições de ozônio.

Buraco na camada de ozônio sobre a Antártida está fechando

Com informações do Incrível Club