A estrutura itinerante é adaptada e permite que a equipe atenda a população que necessita do CRAI nas diferentes regiões de São Paulo

Os imigrantes que vivem na capital paulista passaram a contar a partir desde o último dia 10 de outubro com uma nova modalidade de atendimento.  Agora a rede de serviços da Prefeitura de São Paulo também conta com uma unidade móvel do Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (CRAI), da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC).

A estrutura itinerante é adaptada e permite que a equipe, que conta com profissionais imigrantes fluentes em diversos idiomas, atenda a população que necessita do CRAI nas diferentes regiões de São Paulo.

O objetivo é descentralizar o atendimento para facilitar o acesso às comunidades imigrantes, assegurando orientações sociais, jurídicas, de regularização migratória especializadas mesmo em áreas distantes da sede fixa, que fica na rua Major Diogo, 834 – região da Bela Vista.

O atendimento será realizado nos dias úteis sempre no período da tarde (14h às 19h) e de sábado e domingo pela manhã (09h às 13h), podendo sofrer alterações em virtude das especificidades de cada local.

Conhece algum imigrante que necessita de algum auxílio para se regularizar no país, participar de cursos de português, entre outras atividades? Veja a programação e saiba onde a unidade móvel do CRAI estará até o próximo domingo (27):

22/10
Terça-feira
EMEF José Maria Whitaker
Avenida Satélite, 688 – Cidade Satélite – São Mateus

23/10
Quarta-feira
EMEF José Maria Whitaker
Avenida Satélite, 688 – Cidade Satélite – São Mateus

24/10
Quinta-feira
Centro Pop Santana
Rua Banco das Palmas, 361 – Santana

25/10
Sexta-feira
UBS Ermelino Matarazzo
Rua Antônio de Freitas Tolêdo, 185 – Jd Belem – Ermelino Matarazzo

27/10
Domingo
Praça Kantuta,  – Canindé

O CRAI

Vinculado à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, o CRAI é o primeiro de sua natureza no Brasil e funciona como um serviço de referência na atenção especializada à população imigrante da cidade de São Paulo há quase cinco anos. Desde a criação da base fixa, em novembro de 2014, já realizou mais de 20 mil atendimentos. Em 2018, a média foi de 900 atendimentos realizados por mês.

O serviço é gerido pelo Serviço Franciscano de Solidariedade (SEFRAS).

Imagens: Marcelo Pereira / SECOM