O Presidente Bolsonaro vem se consolidando como um fenômeno mundial das redes sociais, e está próximo de atingir a marca de 33 milhões de seguidores nas principais plataforma de rede. Na última quinta-feira (05/09), o chefe de governo brasileiro havia atingido 32 milhões e 600 mil seguidores nas redes, estando muito próximo da marca dos 33 milhões.

Esse número foi obtido a partir de um levantamento que vem sendo feito pela Agência de Dados MrPredictions desde janeiro de 2018, e considera o somatório de todos os inscritos e seguidores nas quatro principais plataformas de rede: Facebook, Twitter, Instagram e Youtube.

O reflexo desse números pôde ser percebido nas celebrações do Dia da Independência: pela primeira vez em muitos anos um presidente brasileiro foi ovacionado em pleno desfile de sete de setembro.

A despeito desses dados da realidade das redes sociais e das ruas, o institutos de pesquisas tradicionais, aqueles que trabalham com pranchetas e formulários, insistem em afirmar que a popularidade presidencial está em queda.

Até mesmo o anacrônico folhetim comunista Pravda, da Rússia, publicou em sua edição em português do último domingo (08/09) uma matéria, que pode ser vista nesse link aqui, sobre o Presidente Bolsonaro afirmando que o mandatário brasileiro estaria “ladeira abaixo” na popularidade, segundo quatro diferentes institutos de pesquisa.

Não é o que mostram as redes sociais e a receptividade nas ruas por onde o presidente passa. Muito pelo contrário, de acordo com as redes sociais brasileiras, o Presidente Bolsonaro segue “ladeira acima” em termos de popularidade e aprovação de seu governo, como mostra o gráfico mais abaixo. E trata-se de um fenômeno de crescimento contínuo.

Instituições arcaicas e anacrônicas como o jornal comunista russo Pravda e os igualmente arcaicos institutos de pesquisa brasileiros tradicionais têm insistido na mesma narrativa de queda de popularidade e prestígio do presidente unicamente com o objetivo de tentar desgastar o governo brasileiro.

Uma narrativa que contrasta com o cenário presente na realidade, no qual o presidente brasileiro continua crescendo em adesões nas redes sociais, em um indicador de um claro sinal dado pelo brasileiro aos ultrapassados e desacreditados institutos de pesquisa tradicionais e aos seus porta-vozes como o jornal comunista russo Pravda.

Fonte: Critica Nacional