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Loja Zara do Ceará é acusada de criar “alerta” para a entrada de negros na loja

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A Loja de joias Zara, do Shopping Iguatemi de Fortaleza foi acusava pela Polícia Civil do estado, de criar um “código de discriminação” para dar tratamento diferenciado a pessoas fora do perfil de clientes desejados. O caso foi explicado em coletiva após a conclusão de inquérito que investiga crime de racismo contra uma delegada negra.

Quando o sistema identificava alguém “fora do padrão” entrando na loja, imediatamente um som era emitido com a frase “Zara Zerou”. Esse alerta, segundo a Polícia, era dado para que todos os funcionários da loja ou pelo menos alguns, começassem a observar “aquela pessoa” não mais como “consumidor”, mas como suspeito em potencial que precisava ser mantido sob vigilância da loja.

Além disso, o sistema alertava se as pessoas eram negras ou usavam “roupas simples”. Segundo a Polícia Federal, as provas levantadas mostram que a Zara tinha “uma política de atendimento racista, preconceituosa e discriminatória”. Vale lembrar que o crime de racismo pode gerar prisão de 1 a 3 anos e multa ao funcionário suspeito. A loja também pode receber uma punição cível.

Em nota, a Zara disse ontem que a abordagem da delegada não foi motivada por questão racial, mas seguindo protocolos de saúde. Disse ainda que não tolera discriminação racial.

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