Se o eleitorado paulista queria mudança na Câmara Municipal e um novo olhar para a cidade de São Paulo, ela realmente não aconteceu.

Dos 55 vereadores eleitos neste domingo, 33 já faziam parte da casa, e nomes conhecidos como Eduardo Suplicy, Antônio Donato, Alessandro Guedes, Juliana Cardoso, Senival Moura, e os irmãos Jair e Arselino Tatto, do PT, Eduardo Tuma, João Jorge, Tripoli, do PSDB, Celso Giannazi, Toninho Vespoli, PSOL, Milton Leite, Adilson Amadeu, Dra Sandra Tadeu e Ricardo Teixeira, do DEM, Fernando Holiday, do Patriota, Paulo Frange, do PTB, permanecerão em seus cargos até 2024.

Por outro lado, houve apenas 38% de renovação na casa, e nomes como Carlos Bezerra e Sandra Santana, do PSDB, Eli Corrêa, do DEM, Thammy Miranda, do PL, Danilo do Posto de Saúde, do PODEMOS, Felipe Becari, do PSD, Delegado Palumbo e Marcelo Messias (MDB), entre outros, darão uma “cara” nova para a vereança.

Nomes conhecidos da população, como Toninho Paiva e Noemi Nonato, do PL, Police Neto, do PSD, Soninha Francine, do Cidadania e Souza Santos, do Republicanos, tiveram a reprovação da população diante das urnas e ficaram de fora.

Maiores bancadas

PT e PSDB terão as maiores bancadas da casa, e contarão com 8 cadeiras nesta nova legislação. Por outro lado, o PSOL, impulsionada pelo candidato a Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, triplicou a sua bancada em relação à eleição anterior, de dois para seis