Em entrevista ao site Metrópoles, o general Hamilton Mourão afirmou que ele não é um “plano B” caso alguma coisa dê errada no governo Jair Bolsonaro.

“Não. Jamais. Não vai dar nada errado no governo. Sou um soldado do presidente Bolsonaro.”

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O vice-presidente também negou que seja uma voz moderada dentro do governo:

“É uma interpretação distorcida da nossa presença dentro do governo. Óbvio que o presidente Bolsonaro, por ser oriundo das Forças Armadas, buscou para compor o ministério pessoas capacitadas, que ele conhecia, e alguns, obviamente, vieram dentro das forças. Esse é um aspecto. Agora, essa história de que ‘grupo militar veta fulano’… Grupo militar não veta ninguém, porque não existe esse grupo. Seria como se nós nos reuníssemos diariamente e buscássemos definir alguma coisa. Não é dessa forma que a gente procede.”

O vice também comentou o fato de Bolsonaro, finalmente, ter chamado presidentes de partidos para conversar no Planalto. “É a arte da política”, afirmou. Destacou, porém, que o Planalto não vai cair no “vício” do chamado toma lá dá cá. Sobre a reforma da Previdência, seguiu a linha de Bolsonaro:

“Nós não precisamos mais negociar. A discussão está na mão do Congresso”.