Corporação paulista é referência e já capacitou 689 policiais militares de São Paulo e 223 de outros Estados, de 2011 a 2019

A Polícia Militar realiza, nesta quarta-feira (9), o Seminário Internacional de Polícia Comunitária 2019. O secretário da Segurança Pública, general João Camilo Pires de Campos, participou, nesta manhã, da abertura das atividades, realizadas no Teatro das Artes, na zona oeste da Capital.

“Este seminário já é histórico antes mesmo de começar, é exemplo e modelo. A Segurança Pública nasce onde as pessoas moram, daí a importância do trabalho comunitário e do engrandecimento e valorização dessa atividade”, ressaltou o titular da pasta.

O  simpósio é destinado à comunidade e aos profissionais de polícia com o objetivo de promover a capacitação e difusão do conhecimento para os colaboradores envolvidos na execução e fiscalização das atividades de Polícia Comunitária.

O modelo de policiamento já é uma realidade do Estado, que teve a Polícia Comunitária implantada, oficialmente, em 1997, com a criação de uma comissão estadual e da inauguração do sistema Koban (do Japão) na PM por meio dos Postos Comunitários de Segurança (PCS).

No ano seguinte, os PCS passaram a se chamar Bases Comunitárias de Segurança (BCS) e, em 1999, os Posto Policiais-Militares, usados como residências de colaboradores com familiares, foram nomeados como Bases Comunitárias de Segurança Distrital (equivalentes ao Chuzaisho japonês).

Hoje em dia, a Polícia Militar de São Paulo é referência nacional e internacional em Polícia Comunitária. Entre os motivos para a conquista, estão as boas práticas, que têm permitido queda nos índices criminais, em especial da taxa de homicídios, além da produção de conhecimento e intercâmbio com outros Estados brasileiros e países.