Projeto irá destacar soluções inovadoras para a gestão eficiente da cidade e boas práticas da administração municipal.

A Prefeitura de São Paulo, por meio das secretarias municipais de Gestão e de Inovação e Tecnologia, lança a nova edição do Premia Sampa. O projeto reconhece e prestigia os trabalhos inovadores que oferecem melhores práticas na gestão pública e no atendimento ao cidadão. O prêmio tem categorias destinadas tanto aos servidores públicos quanto para organizações da sociedade civil, além de startups, universidades e empresas.

Na edição de 2020, pequenas iniciativas passam a ter tanto espaço quanto os grandes projetos. Focando nas ações que contribuem para a melhoria do serviço público e para a criação de uma cultura de inovação na Prefeitura, as categorias “Larga Escala”, “Iniciativas Locais”, “Processos Internos” e “Políticas Públicas” são destinadas a agentes públicos municipais.

A categoria “Inovação Aberta” é destinada para organizações que têm como objetivo à solução de problemas por meio do uso de dados da Prefeitura, sejam relativos a processos organizacionais ou a serviços e políticas públicas.

A inscrição é simples. Basta clicar neste link e preencher o formulário. O prazo vai até as 23h59 do dia 1º de novembro.  Após verificação de elegibilidade (adequação ao regulamento), os participantes terão até 20 de dezembro para enviar um detalhamento do projeto.

As iniciativas serão analisadas de acordo com os critérios de avaliação previstos no Edital. Entre eles: Inovação, Resultados/Impacto, Participação, Eficiência, Transparência, Continuidade, Replicabilidade e Parcerias. Para mais informações, acesse o site http://premiasampa.prefeitura.sp.gov.br .

 Sobre o Premia

O Premia Sampa – Prêmio de Inovação da Cidade de São Paulo é uma ação das secretarias municipais de Gestão e de Inovação e Tecnologia, com apoio da Escola Municipal de Administração Pública de São Paulo (EMASP) e da Prodam. Suas primeiras edições aconteceram em 2007 e 2008, destacando projetos relacionados a temas como resíduos sólidos, moradia coletiva, pontos de leitura e uso da cor na urbanização das favelas, entre outros.