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Salário mínimo desvaloriza ‘um tanque de gasolina’ desde 2019

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Valor do piso nacional deveria ser de R$ 1.384 para o brasileiro conseguir pôr no carro o mesmo que colocava em janeiro de 2019

Enquanto o valor dos combustíveis dispara acima dos preços da maioria dos outros produtos no país, o salário mínimo mal consegue cobrir as perdas da inflação.

Em janeiro de 2019, primeiro mês do atual governo, era possível comprar, no preço médio aferido pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), 233,8 litros de gasolina comum com o piso nacional, na época em R$ 998. Trinta e dois meses depois, em agosto de 2021, com os atuais R$ 1.100 só é possível adquirir 185,7 litros .

Se a intenção fosse suprir essa diferença de 48,1 litros (carros populares têm tanques de, em média, 50 litros) no orçamento dos motoristas, o salário mínimo deveria ser reajustado para pouco mais de R$ 1.384,00, e não para os R$ 1.169 previstos na proposta de orçamento para 2022 enviada pelo Palácio do Planalto ao Congresso na terça-feira (31).

O diretor-técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), Fausto Augusto Júnior, explica que o mínimo tem como função repor as perdas da inflação no período anterior, o que não tem ocorrido.

“De 2020 para 2021, o resultado do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) ficou acima do reajuste estabelecido pelo governo, de R$ 1.045 para R$ 1.100, e a diferença foi ignorada”, analisa.

Fonte: R7

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