Ao G1, empresário que criou o Now United elogia Any Gabrielly e explica como mercado brasileiro virou ‘prioridade número um’. Contrato com marca de desodorante ajudou na escolha.

Simon Fuller acompanhado pelas integrantes das Spice Girls — Foto: Reprodução/Instagram do grupo

Simon Fuller, empresário de 60 anos, criou o Now United do zero. A empresa dele que selecionou integrantes, compositores, produtores, coreógrafos.

O ex-empresário das Spice Girls e criador do “American Idol” tem poder de decisão quando o assunto é o grupo de pop global mais amado por brasileiros e brasileiras em idade escolar.

Então, como será o futuro do grupo? “2021 será o melhor ano para o Now United. Eu adoraria imaginar que nossos jovens uniters podem se tornar membros reais do grupo. Esse seria o meu sonho”.

Segundo ele, o mercado brasileiro sempre foi prioridade. Um dos principais contratos de patrocínio do grupo só vale para o Brasil, o que ajudou nessa escolha. Você já deve ter visto um desodorante com a marca do Now United por aí. “Isso nos permitiu visitar o Brasil mais do que qualquer outro país.”

O carisma de Any Gabrielly, a integrante brasileira do grupo, e a turnê no Brasil também teriam dado uma mãozinha para fazer o público daqui crescer tanto nos últimos meses.

“Any é um talento incrível, pode cantar e dançar. Ela compreendeu totalmente o conceito Now United”, elogia o chefe. “Finalmente, os shows no final do ano passado nos aproximaram ainda mais de nossos fãs incríveis. O Brasil é parte essencial da história do Now United.”

Any foi a integrante mais nova selecionada pelo time de Simon. “Ela tinha 15 anos e estávamos procurando membros com mais de 16.”

“No entanto, seu talento, entusiasmo e compreensão do que eu estava procurando tornaram impossível para eu ignorá-la. Ela é uma garota excepcional e talentosa. Ela pode ser uma das melhores do mundo.”

Simon também garantiu que o Now United fará uma turnê brasileira maior em 2021. “Você precisa combinar um plano digital inovador e focado com uma presença física apaixonada e comprometida”, ensina.

Embora tenha Any na formação, não há outros profissionais brasileiros da música no projeto. Há algum interesse neles? “Estou muito interessado em trabalhar com compositores e produtores do Brasil. O nível de talento no Brasil é surpreendente”, responde ele.