Dados revelam 01 agressão a cada 03 dias contra funcionários

Está cada vez mais crescente o número de ocorrências dentro da CPTM, onde as vítimas são funcionários próprios ou terceirizados.

Basta uma pesquisa rápida na imprensa para constatar a truculência dos agressores contra quem está em serviço (vide verso). O último caso acabou na morte do vigilante terceirizado, Salatiel Gomes, agredido por um grupo de pessoas que entraram sem pagar na estação Botujuru, no dia 05/08 (ele faleceu no dia 10/08). O Sindicato vem, sistematicamente, denunciando o descaso da direção da CPTM no setor segurança.

Apesar de serem as maiores vítimas, a vulnerabilidade não é apenas dos vigilantes terceirizados. Também são ameaçados, quase que diariamente, os maquinistas, pessoal de estação e mesmo os integrantes do corpo de segurança da empresa. Toda a operação pede socorro. A intimidação dos delinquentes só tem ganhado espaço. Seja nas ações para coibir a venda de mercadorias, de bilhetes falsos, tráfico de droga, roubos, e tantos outros delitos que acontecem dentro da CPTM. Eles já perceberam a falha nas políticas voltadas para a segurança e se aproveitam do medo da população.

Os usuários dos trens sofrem com os problemas diários com trens lotados, roubos de carteiras, celulares, assedio contra mulheres, venda e uso de drogas em trens e imediações das plataformas, sem ações efetivas que tragam mais segurança no dia a dia.