O filme, vem sofrendo algum tipo de boicote, por conta do Youtube, que apesar dos resultados, não estão ranqueando o vídeo, que geralmente é feito, por resultados em questão de visualização e “likes”, que é o jeito que a plataforma mede.

A própria empresa, se manifestou sobre o fato, compartilhando através de seu perfil social:

O primeiro lugar no “em alta” do YouTube é a divulgação do Vingadores. O vídeo saiu faz mais de 24h, tem 1.330.071 views, 88 mil likes e 5 mil comentários. O canal da Marvel tem 688 mil inscritos.

O filme 1964 – O Brasil entre armas e livros saiu faz 17h. Tem 1.369.652 views, 235 mil likes e 28 mil comentários. O canal da Brasil Paralelo tem 894.860 inscritos.

Vencemos os Vingadores em qualquer métrica que você compara: views, tempo de view, comentários, likes, inscritos… Qual a diferença?

Eles estão em primeiro lugar e nós não estamos nem citados. Por quê?

*p.s.: números coletados as 11h34min do dia 03/04/2019.

Assista o filme completo em nosso site: brasilparalelo.com.br”.





O documentário 1964 – O Brasil entre armas e livros, feito pela empresa Brasil Paralelo, que são especialistas em fazer documentários, contando fatos desconhecidos sobre a história, fez o lançamento do filme no dia 2 de abril.

Apesar de ter lançado ontem, o vídeo, no Youtube, já conta com mais de 1.4000.000 visualizações, além de estar entre os assuntos mais comentados do Twitter brasileiro, com a tag: “#1964OBrasilEntreArmasELivros”.

Está entre os vídeos mais assistidos do Youtube.

Alguns fãs, comentaram sobre o assunto, entre eles, Bernardo Pires Küster, que é referência no assunto, disse através de suas redes sociais: “

Perante o monumental trabalho do Brasil Paralelo em seu filme sobre 1964, a esquerda agirá de dois modos. Uma ala, pequena, sábia e matuta, ficará quieta e aceitará a pancada, ou seja, ignorará solenemente o desmentido. A outra, histérica e inconsequente – a militância mesma –, como criança pega na mentira, fará mil cambalhotas verbais para distorcer vírgulas, coloquialismos e prováveis imprecisões que não comprometem em nada o argumento central da obra.

Não podendo superar a narrativa implacável, verdadeira que é, a militância, desesperada, acabará por atacar a honra de seus produtores e entrevistados como último recurso de ataque. No fim, o guaio terminará como sempre. A esquerda burra fará o trabalho propagandístico gratuito de carregar o filme até os antros nos quais nós não penetramos: o inferno vermelho.”